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12/06/2019 16:06


Universo startup: do que é feito um unicórnio

   Meetup FASA trouxe partner da Loggi a mais nova empresa brasileira a alcançar a marca de USD 1 bilhão investidos
   
Um encontro de pessoas interessadas em aprender, desenvolver e colaborar com negócios inovadores, tecnológicos e disruptivos - esse é o essencial em um meetup. E foi esse o clima na noite de segunda-feira (10) na Faculdade Santo Ângelo (FASA). Régis Giongo, partner da mais nova startup unicórnio do Brasil, a Loggi - Motoboy Online e Entrega Expressa, conversou sobre o desenvolvimento da empresa que tem apenas seis anos de vida e está em crescimento acelerado.
   O meetup da FASA é parte de uma série de encontros promovida pelas Instituições de Ensino Superior (IES)  integrantes da  Zona de Inovação Sustentável e Criativa de Santo Ângelo (ZISSAN) e contou com a presença de representantes do Inova Santo  Ângelo, docentes de outras IES, acadêmicos das graduações e pós-graduações da FASA e público em geral. A programação começou com o show da cantora virtual Hatsune Miku e, em seguida, o keynote speaker da noite, diretor-presidente da FASA, Rafael Rossetto.
   No universo das startups, ser unicórnio significa alcançar marca de 1 bilhão de dólares em investimentos captados. A notícia boa chegou para a Loggi no dia 5 de junho e foi um dos assuntos abordados por Giongo que além de partner é product manager na empresa.  Ele iniciou sua participação reforçando a razão de ser da Loggi - conectar o Brasil, reinventando logística com tecnologia. Para cumprir com esse propósito, desde sua fundação em 2013, a startup acumula métricas impressionantes como os 22 milhões de entregas (mais de 7 milhões só em 2019), os quase 700 loggers (como são chamados os entregadores), a presença em 36 cidades (número que segue aumentando) e os mais de 300 mil clientes cadastrados em sua plataforma (incluindo gigantes como Amazon, Mercado Livre, Dafiti, Samsung, Itaú, C&A e Magazine Luiza).
   A empresa que começou entregando apenas documentos, passou a fazer delivery de comida e agregou entrega de produtos pretende, em 2020, abocanhar 90% das entregas de e-commerce no Brasil. Para conquistar essa meta, a cifra de USD 1 bilhão investidos será fundamental, porém, empatia é o principal ingrediente para que surjam unicórnios e não cabritos ou dragões.
    "Não é nem o dinheiro o que a gente mais valoriza lá dentro, é a cultura. A Loggi acredita muito em diversidade, a gente tem vários tipos de pessoas e não aceita nenhum tipo de preconceito, nenhum! A primeira coisa que a gente vai fazer é investir em pessoas. A gente acredita que a gente precisa dar dinheiro, dar energia, evoluir as pessoas dentro da Loggi. A gente decidiu que sempre, pela história da Loggi, a primeira coisa que a gente vai investir é em pessoas. A gente não perde pessoas por fazer algo errado ou por ela não estar se sentindo valorizada. Isso é a melhor coisa dentro da Loggi", frisou o product manager.
    Com o crescimento super acelerado, um dos grandes desafios é aumentar o time, especialmente de engenheiros(as). Conforme Giongo, a nova fase da Loggi exige a contratação de mil novos colaboradores, cerca de 15 desenvolvedores por mês. Outro desafio é a logística para cobrir o território nacional com a meta de entregas em, no máximo, um dia. Para tanto, ampliação e diversificação das formas de entrega estão nos planos da Loggi, o que inclui aquisição de aeronaves.
   Mesmo com desafios, investimentos e quantidade de colaboradores respeitáveis, Giongo fez valer um dos valores da Loggi que é a empatia e a valorização do outro. A parte final da palestra foi dedicada a compartilhar alguns métodos de criação e desenvolvimento de produto, programas de valorização do público interno e gestão.
    "Qualquer coisa que a gente faz, a gente pergunta pro cliente. A gente não constrói nada e fica meses esperando ficar pronto para entregar? correndo o risco de não ser nada do que o cliente queria e perdermos todo o investimento. O que eu acho que faz sentido para quem está começando, para quem está tendo as primeiras ideias, para quem está tentando achar um sócio ou tentando fazer sozinho, a primeira coisa, e a mais importante, é: tenha empatia pelas pessoas. Deixa o teu cliente te contar o que ele quer, ouça com empatia e esteja aberto a feedbacks", aconselhou Giongo.
   Após a palestra de Giongo, o espaço foi aberto para questionamentos e intervenções dos participantes. Na noite de terça-feira (11) a atividade foi repetida para que demais acadêmicos da FASA pudessem participar.
   Fonte: FASA
   Fotos: Thayan Lisboa/Assessoria FASA

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