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08/04/2016 15:38


Otávio Reichert - INTEGRANDO 10/04/2016

Doença: Meus primeiros quatro anos no Exército foram no quadro de Material Bélico, na mecânica de automóveis. No aprendizado teórico, dizia sabiamente o instrutor: - Fazer funcionar um motor com pane geralmente é mais fácil que corrigir uma falha, ou seja, descobrir a origem do problema. Suponhamos que o motor do seu carro esteja falhando por sujeira no sistema de combustível. Se adicionarmos um aditivo na gasolina, o purgante poderá resolver momentaneamente, porém a limpeza total da carburação (ou bicos injetores) é recomendada, além de trocar o filtro.
Buenas! Comparando antagonismos, no corpo humano dificilmente consertamos motor parado, somente em reanimação pós-afogamento ou paradas cardíacas. Mas de forma idêntica nossa mecânica apresenta problemas, muitos deles passageiros como os de vírus e bactérias simples. Algumas são tratáveis com purgantes e analgésicos, diminuindo a dor enquanto nosso organismo reage sozinho, ou auxiliado por anti-inflamatórios. Não no caso a seguir: conheci o Marcelino há seis meses ao instalar uma parabólica. Com 51 anos, é pessoa de fino trato, que logo conquista nossa amizade. Após instalar a antena, ele se queixou de dor difusa nas costas... Disse-me já ter ido ao médico, mas que o doutor nem olhou para ele, sequer levantou a camisa para ver onde doía; que apenas receitou Ibuprofeno. Como alegou que seu braço esquerdo estava ficando amortecido, orientei-o procurasse um neurologista, o que fez, mas o especialista se atinou apenas em sua área: não auscultou o pulmão, não solicitou RX, etc. Receitou um corticoide, remédio paliativo, e que retornasse com a tomografia de crânio, que foi realizada 50 dias depois (SUS). Nisto a perna esquerda também apresentava parestesia.
Orientei-o consultar o neurocirurgião Aurélio Steglisch. Este logo diagnosticou o problema: grave doença pulmonar (lembram da dor nas costas?), e sequelas ramificadas ao crânio... Após procedimento cirúrgico no hospital de Caridade de Ijuí, onde continua hospitalizado. A demora agravou ainda mais sua enfermidade. Neste chasque somem-se a ti, amigo Marcelino, os votos de fé dos milhares de leitores para também vencer esta etapa.

Dor de cabeça: Ao sentirmos qualquer perturbação física, convém saber a origem da dor ou do sintoma. Tal a mecânica, descobrir a causa por vezes é difícil. No caso do Marcelino, o médico restringiu como sendo muscular e passageiro.
A dor de cabeça pode resultar de pressão alta ou baixa demais, ciclo menstrual (mulheres), problemas digestivos, virais, etc. De causas simples, como por fome, bebidas alcoólicas, falta de água, mudanças de temperatura, sono, etc. Mesmo para bons médicos há dificuldade para diagnosticar a causa. Em qual região a dor se manifesta? Sendo repetitiva, em quais horários? Quase uma centena de patologias acomete dor de cabeça. Há casos de pessoas que, descartadas todas as nuances, o diagnóstico é: enxaqueca sem causa aparente.
Finalizando: sabemos que nossa máquina é contínua. Vários órgãos não se regeneram, citando neurônios, néfrons (rim), sistema auditivo e de visão. E mesmo nestes ficarão sequelas, tanto maiores quanto a demora em saná-las. 

Receita de mineiro: Um médico mineiro queria tirar um dia de folga sem fechar o consultório. Chamou o Zé (da única farmácia local) e falou: - Estou muito cansado e preciso descansar. Como aqui não acontece nada grave peço que fiques no meu lugar. O Zé aceitou e vestiu o jaleco. À tardinha o médico retornou, e curioso foi perguntando: - E aí Zé como foi o dia?
- Correu as mil maravia. Atendi treis duente. O 1º era um omi com dô de estamo. Dei omeprasó...
O médico: - Está certo: Omeprazol. E o segundo?
E o Zé: - O segundo foi um otro ome, tinha com dô de cabeça. Dei tilenó.
- Correto Tylenol. E o terceiro?
- O terceiro foi terceira: uma muié que entrô, trancô a porta, tirô a ropa, ficô
peladinha, deitô na cama e disse: - O sinhô pricisa resolvê meu pobrema. Fais 5 anos que eu não vejo um omi.
E o médico, preocupado: - Meu Deus do céu! E o que você fez?
- Carquei colírio no zóio dela, uai!

Humor: Piada: Dois bêbados sobre uma ponte. Um deles facilitou, caiu e morreu afogado. Enquanto os bombeiros resgatavam seu corpo, o outro bêbado lamuriava: - Tantos anos bebendo cachaça... na primeira vez que foi beber água morreu!

Pergunta: Quantos homens são necessários para trocar o papel-higiênico do banheiro?
Ninguém sabe. Isto nunca aconteceu...
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