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04/12/2015 11:40


Otávio Reichert INTEGRANDO.

          Reflexão: Recebi pequeno vídeo pelo Whatsapp, editado na Alemanha. Um velhinho entra em sua casa, para logo ouvir a mensagem na secretária eletrônica: “Papai... novamente não poderemos passar o natal com o senhor. Mas prometo que no ano que vem nós iremos... Tchau vovô! (Uma criança finaliza a mensagem). A seguir aparece o idoso jantando sozinho em sua bela sala de jantar. Na sequência surge o burburinho dos carros, do comércio, e em diferentes lugares pessoas recebem telefonemas, mensagens, um abraçando a outro em prantos... O velhinho havia falecido!
          Na cena seguinte vários carros estacionam frente à moradia do vovô, que está aberta. Eles entram e, ao chegarem na sala, se deparam com a mesa posta para um belo jantar. Para espanto de todos, o velhinho surge da cozinha, olha ternamente para eles, gesticula as mãos e diz, perguntando: - De que outra forma eu poderia reunir todos novamente? Finaliza-se o vídeo com emoção e euforia... comemorando o natal fraternalmente.
          Férias: Certa vez o coronel Adilson, quando Cmt do 1º B Com, disse algo assim referindo-se às férias: Organizem-se planejando todas as etapas, e pensem inclusive nos prováveis percalços. Pneus bons diminuem riscos de acidente no passeio, evitando contratempos na viagem. A documentação está em dia? Houve revisão da mecânica, citando freios, motor e eletricidade?
Um amigo passou sérios percalços por causa da palheta dos para-brisas danificada, que fez estragar a haste. E ele sabia deste problema. (fotos 03, 04)
           Estamos sempre sujeitos a imprevistos na vida, principalmente em viagens, mas organizar-se é fundamental. Entre as furadas mais comuns está a de esquecer identidade de algum familiar, principalmente para adentrar país estrangeiro. No Uruguai não aceitam identidades velhas ou danificadas pelo uso, e sendo crianças, ser recente (máximo 10 anos). Outro caso: quando um dos genitores (pais) não estiver presente, há a necessidade de autorização de juiz para o deslocamento em terras entrangeiras.
          Alfafa: Dezesseis de Novembro é conhecida como a “Capital Brasileira da Alfafa ou a Capital do Ar Puro”. De origem árabe, a alfafa é rico alimento, na época servido somente aos cavalos “Puro-Sangue”. Estes tinham prioridade aos humanos. A Alfafa é alimento maravilhoso para o homem. Deriva-se de al-fac-facah, que significa “o pai de todas as comidas” ou "o melhor alimento". Mais informações? No site Portal das Missões.    (fotos 05 a 08)
          Igualdade: Algo raro? Nem tanto. Um homem está com um menino ao colo, e defronte a ele seis mulheres sentadas. Nenhuma delas, tampouco homens próximos, ofereceram seu banco. Ficaram inertes, fazendo de conta não verem aquele pai. (foto 01 e 02)
Pensará algum leitor: “Foi um caso isolado.” Sabemos que uma mentira, repetida inúmeras vezes, pode tornar-se uma “verdade”. Temos inúmeras campanhas visando respeito, geralmente voltadas às mulheres. Muitos brasileiros foram sensibilizados, melhorando sua conduta social, porém há inúmeras mulheres que, desde crianças, aprenderam mais sobre direitos do que deveres.
          Doente: Quem adoentado, ou já esteve, sabe o nível de estresse quando se está acamado. Sentimo-nos presos, indefesos. Saber resignar-se é a sabedoria aos impossibilitados de locomoção. Este quadro se agrava quando a pessoa sente dor, pois nestes casos parece que o tempo para, feito relógio estragado.
Aos dias atuais, com vida atribulada à grande maioria, somente paramos por limitações impositivas, o mais das vezes não se dá o merecido descanso ao corpo.
          Meu amigo Hermínio Pires esteve adoentado por 20 dias, dos quais a maioria na UTI. Fui visitá-lo após a alta hospitalar, para felicidade dele e minha. Quando estamos doentes a visita é mais gratificante, ainda mais quando acamado, sem poder deambular. Melhoras para você, meu amigo!
          Humor: Ao entrar num banco viu todos olhando para o chão e procurando alguma coisa. Então perguntou para o único senhor que estava em pé, parado: - O que está havendo aqui?
- Um rapaz deixou cair uma nota de R$ 100 e todos estão procurando...
- E o senhor? Por que não se mexe também?
- Esperando eles desistirem e saírem. O dinheiro está sob meu sapato!
          Chasque: Ao também leitor de Integrando, Reginaldo Hoch. Aguardo sua visita no Posto Médico. Sempre sobra um tempinho para um chimarrão.
         Otávio Reichert

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