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Cronologia das Missões Segundo Ciclo 1680 - 1835
Segundo Ciclo das Missões
1680.
É fundada a colônia de Sacramento, Fortaleza de Portugal, às margens do Rio do prata.
Esta colônia mais tarde, será o pivô intrigas que culminará no tratado de Madri.
1682.
Os Jesuítas atravessam novamente o Rio Uruguai, encontram aí as Vacarias do mar e dos Pinhais. Cobertas de gado, que se reproduziu extraordinariamente nos 50 anos que ficou abandonado nos campos.
Fundação de São Borja, colônia da redução de São Tomé.
Pelo padre Francisco Garcia.
São Borja é o primeiro povo do segundo ciclo missioneiro do Rio Grande do Sul.
O primeiro dos 7 povos.
1687.
Fundação de São Nicolau. Retransmigrando-se do outro lado do Rio Uruguai.
E plantando-se assim, bem próximo do antigo local de São Nicolau de 1626.
Fundação de São Miguel também retransmigrando-se porém bem distante da São Miguel de 1632.
Fundação de São Luís, pelo padre Miguel Fernandes.
1690.
Fundação de São Lourenço Mártir pelo Padre Bernardo, pela Vega.
1697.
Fundação de São João Batista.
Originário de uma desmembração do povo de São Miguel e fundado pelo padre Antônio Sepp.
1700.
É lançada uma Pedra fundamental de uma igreja em São Miguel.
1706.
Fundação do povo de Santo Ângelo Custódio em local que fica entre os rios Ijui e Ijuizinho.
1707.
O povo de Santo Ângelo muda-se definitivamente para a margem direita do Rio Ijuí.
Próximo ao Arroio Itaquarinchim, no mesmo local da atual cidade.
1732.
As missões dos 7 povos atinge seu maior índice populacional. 39343 pessoas, sendo as 3 mais populosas neste ano, São Nicolau, com 7751.
Habitantes, São Lourenço, 6513 e São Luís, 6182.
1735.
O arquiteto italiano João Batista Primoli já se encontra em São Miguel construindo a igreja.
1744.
João Batista. Primoli. Deixa definitivamente São Miguel.
1747.
Morre João Batista Primoli na redução de Candelária, Argentina.
1750.
Terror nas missões, é assinado o tratado de Madrid que permuta colônia Sacramento pelos 7 povos das missões.
Os índios devem abandonar as terras e casas de todos os povos na margem esquerda do Rio Uruguai.
1753.
O padre Lopes Luís, alta Marina.
Comissário é encarregado pelo Geral da Companhia de Jesus de convencer os índios a cumprirem o tratado. Teve que fugir escoltado ante a fúria da revolta dos guaranis.
Gomes Freire de Andrade inicia a demarcação dos limites traçados pelo tratado.
Sepé tiaraju, o alferes real do povo de São Miguel, nas proximidades de Santa tecla.
Íntima ao general.
Gomes Freire, acessar a demarcação dos limites traçado pelo tratado
Sepé Tiarayu, o alferes real do povo de São Miguel, nas proximidades do povo de Santa Tecla, intima o general Gomes Freire a cessar a demarcação alertando-o de que de Santa Tecla para diante não passariam sem guerra.
O exército retira-se para a colônia de Sacramento.
1756.
Unem-se os exércitos português e espanhol no campo das Mercês, para dar combate aos índios revoltosos das missões.
Morre Sepé Tiaraju, em 7 de fevereiro.
Batalha de Caiboaté, com a derrota do exército missioneiro.
Morrem 1500 índios e apenas um soldado português e 3 espanhóis.
No dia 17 de maio, Gomes Freire ocupa São Miguel e ordena que se rendam Santo Angelo e São João.
1761.
Revogado o tratado de Madrid.
A guerra das missões fora inútil.
1767.
Decretada a expulsão dos Jesuítas dos domínios espanhóis. Marca o início da decadência dos 7 povos.
1768.
Em maio, estavam expulsos todos os Jesuítas de todas as missões.
Assume a administração das missões dos 7 povos, dom Francisco Bruno de Zavala Juntamente com padres dominicanos Franciscanos e Mercenários.
1777.
Assinado o tratado de Santo Idelfonso.
Que tenta definir os limites entre terras de Espanha e Portugal.
1782.
Povoadores portugueses expansionistas tomam os primeiros contatos com os índios das missões.
Que aparecem para servir de peões.
1790.
Nasce em São Borja o mestiço André guacurarí. Andresito, que é adotado por Dom José Artigas, o libertador, da província da banda oriental Uruguai.
1801.
José Borges do Canto e Gabriel Ribeiro de Almeida consolidam a Conquista das missões, tomando São Miguel e Manuel Santos Pedroso, outros povos.
O território das missões incorpora-se definitivamente ao território brasileiro.
O sargento-mor de Dragões, José Castro Morais assume o governo da província das missões.
Foi o primeiro Governador português dos 16 que administraram a província antes da extinção das missões, com a invasão de Frutuoso Oliveira.
1809.
Assume o governo das missões do coronel Chagas Santos. Que conduziu desgraçadamente os destinos dos índios até fins de 1820.
1815.
O libertador Uruguaio Dom José Artigas nomeia Andresito governador das missões.
1816.
André Guacurarí, o Andresito Artigas assola as missões, com o intuito de tomá-las dos portugueses.
1819.
O Valente Andresito é preso, remetido para o Rio de Janeiro, onde morre na prisão.
1820.
Batalha de Tacuarembó em território uruguaio, onde dom José Artigas é derrotado.
1821.
O naturalista francês Auguste de Santi-Hilaire,visita às missões e deixa importantes registros.
1828.
A extinção dos 7 povos. Frutuoso, Riveira, caudilho uruguaio, invade as missões. Saqueando, levando além de 60 carretas, com o que ainda havia de valor quase todos os índios missioneiros que restavam.
1833.
Em 21 de outubro, a lei número 36, declara pertencer aos próprios nacionais todas as terras dos índios das missões.
1835.
Em todo o território das missões, exceto povos, existem apenas 136 índios homens aptos para o trabalho, 38 inválidos, 32 menores, 103 mulheres sem grandes defeitos. 32, inválida, 23 menores total da população missioneira, 374.
Fonte: Mário Simon
Os Sete Povos das Missões (1987)
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