Lagoa da Mortandade - Lagoa do Chaine

No imaginário popular existem muitas histórias e lendas. Nela teriam sido jogados corpos de pessoas que teriam morrido no combate. Acredita-se que ela é assombrada, que os animais não a atravessam e que não queriam beber das suas águas, que ninguém dorme à noite no local e que no meio haveria um sumidouro e que poucos peixes conseguem sobreviver. 
Desta época, 1923, se tem relatos como este:
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José Antônio Flores da Cunha, chegou a general depois de 1923 e quando ainda era coronel. Ele não era um militar, mas pela sua conduta, coragem e civilidade lhe foi atribuído, como um reconhecimento ao seu mérito, este título militar e de forma "ex ofício". Ele não era um pica pau, apelido aos imperiais, especialmente paulistas de 1893. Na verdade estamos em 1923 e Flores era sim um convicto republicano e governista, a serviço do governo de Borges de Medeiros. Não houve uma batalha decisiva ao longo da gesta de 1923, houveram escaramussas e uma delas e de pequena proporção junto a lagoa da mortandade. Honório Lemos tinha pavor das metralhadoras as quais faziam parte de um esquadrão da Brigada Militar e que acompanhava Flores, por isso era mantida entre as forças principais, um dia de marcha. Houve esta tentativa de encontro de Honório e Setembrino, mas Flores, no encalço, varou o Piratini na altura do pontão e fez com que Honório retomasse o caminho de volta. Flores o prendeu em 1925, nas proximidades do rio Santa Maria Chico, uma grande enchente deixou Honóril trancado, entre o rio cheio e um banhado intransponível e Flores o cercou, próximo uma estação ferroviária e onde em um vagão, Flores mantinha seu comando. Uma bandeira branca sinalizou a rendição de Honório, enfim. Entre Flores e Honório e coma presença de Osvaldo Aranha se tramou esta conversa: Honório, entãio Flores, conseguiu me prender ? e fez um sinal com o dedo na altura do pescoço, coisa tipo degola. Flores, não te preocupa, não haverá degola. Flores era um civilista. Honório desfivelou o cinto e alcançou a adaga e o revólver para Flores. Flores olhou bem para Honório e disse, guarda tuas armas Honório, um homem como você não pode andar desarmado em nosso Rio Grande, Osvaldo Aranha tirou o chapéu e exclamou: "Viva o Rio Grande".
 

Empreendimentos

Cruz de Pau Ferro de Porto Xavier

Cruz de Pau Ferro no Cerro Pelado Logo no inicio da colonização de Porto Xavier, por volta do século XIX, após o "Ciclo do Monge". Dois jovens se uniram em matrimonio em grande harmonia, amizade e amor.  Com juras de amor construíram sua cabana, limpavam e plantavam. Com brincadeiras e carinhos plantavam aipim e erva mate, pescavam, cuidavam do gado e corriam por tudo, conheciam todos os cantos e ...